Kobe Bryant, astro da NBA, morre em acidente de helicóptero nos Estados Unidos

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Kobe Bryant morreu nesse domingo, 26, em um acidente de helicóptero em Calabasas, cidade da região metropolitana de Los Angeles, nos Estados Unidos. A lenda do basquete estava com outras oito pessoas no helicóptero, incluindo uma de suas filhas, Gianna. A informação do número de vítimas é do LA County Sheriff, a autoridade policial do local do acidente, que não divulgou o nome de nenhum dos mortos — a NBA confirmou que Bryant foi uma das vítimas e a imprensa americana, que sua filha estava a bordo.

O helicóptero caiu em uma área descampada, por volta das 9h45 do horário local (14h45 de Brasília). Segundo a polícia do condado de Los Angeles, o acidente foi seguido de um foco de incêndio que precisou ser controlado pelo Corpo de Bombeiros. Não houve vítimas no solo. A causa do acidente ainda é incerta.

Além de Kobe Bryant e Gianni Bryant, a terceira vítima identificada é John Altobelli, um treinador de beisebol de uma faculdade de Orange Coast.

Segundo a ESPN americana, a viagem era para um compromisso esportivo de Gianna: eles estariam a caminho de um jogo de basquete da garota na Mamba Academy, localizada na cidade Thousand Oaks, a 30 quilômetros do local do acidente.

O acidente

A polícia de Los Angeles informa ter recebido uma ligação de emergência às 9h47 do horário local (14h47 no horário de Brasília). As viaturas enviadas ao local encontraram um incêndio que sucedeu a queda do helicóptero. Quando os bombeiros puderam checar a aeronave, informou a polícia de LA em entrevista coletiva, já não havia sobreviventes. O piloto e oito passageiros morreram.

A polícia ainda não identifica Kobe Bryant como uma das vítimas pois espera o trabalho dos legistas, mas a morte do ídolo dos Los Angeles Lakers foi confirmada por jornais norte-americanos e dezenas de amigos e ex-companheiros de Kobe. Em comunicado oficial, o comissário da NBA, Adam Silver, escreveu que a liga “está arrasada com a morte trágica de Kobe Bryant e sua filha Gianna”.

Em entrevista coletiva, o xerife de LA, Alex Villanueva, informou que os bombeiros e paramédicos levaram oito minutos para chegar ao local da queda – em uma colina de Calabasas. Mas foi preciso uma hora para extinguir o incêndio resultante do acidente, que tinha cerca de 1.000 m² de extensão. A demora se justificaria pela reação química da fuselagem do helicóptero em meio ao fogo, explicou Villanueva, citando o magnésio como principal fator.

As causas do acidente estão sendo investigadas pela Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA, na sigla original), como geralmente ocorre em casos do tipo.

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